Por Nei Lopes
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samba é de eleguá
como a régua é de medir e de traçar
como a trégua é o momento de parar
e a mágoa é pra calar
samba é de eleguá
como a água é de beber e de lavar
como a língua é pra comer e pra falar
como a légua é caminhar
eleguá é viageiro
mensageiro de iorubá
como o samba é timoneiro
do pandeiro e do ganzá
eleguá é meu tambor
como o samba também é
ele é guarda do meu corpo
meu caminho e minha fé
caminha, meu samba, anda
pela régua de eleguá
coloca a moçada louca
pela boca de eleguá
axé balogum meta
ode inlê abata!
oba xangô airá!
ologun edé babá!
iá mi oxum Iê pandá!
iá messã oiá!
axé iabá iemanjá!
atotô ajé xalugá!
ibeji mi mojubá!
odudua! obatalá!
mojubá babá ifá!
iboru boye, alafiá!
michelle andreazzi – voz
gabriel goulart – violão de 7
luiz lobo – bateria
fábio martins – percussão
alberto magno – baixo
tiago ramos – sax tenor
juventino dias – trompete
leonardo brasilino – trombone
marina gomes, patrícia chow, gabriel goulart e flávio henrique – coro
Por Michelle Andreazzi
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Por Michelle Andreazzi, Gabriel Goulart 2 Luiz Lobo
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Por Gabriel Goulart
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Por Mestre Jonas, Miguel dos anjos e Mário Ferreira
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